Caso de uso — Retalho · Berlim, DE

A caixa que nunca pára

A VoltCity Electronics vende telemóveis, cabos e power banks a partir de duas lojas e um armazém. A internet cai todas as semanas. A fila não quer saber.

📡 POS que funciona offline 📱 Stock com números de série 🧾 Relatório Z com IVA correto
Um dia de Olaf Meyer, proprietário — tal como a aplicação o viveu

A loja de Olaf Meyer não é uma loja invulgar. 3.500 referências. Duas lojas e um armazém em Berlim. Telemóveis e power banks com número IMEI, porque uma garantia só vale alguma coisa se souber qual aparelho foi para qual cliente. Setenta por cento das vendas com cartão. E uma linha DSL que morre, em média, uma vez por semana.

Olaf já tinha experimentado três «POS na cloud». Morriam todos com a linha. Por isso, ao configurar o Golden Inventory, fez o que a página inicial dizia: criou a empresa, escolheu retalho como modo de negócio e viu a aplicação reorganizar-se — Produtos, não artigos; sem ecrãs de cozinha nem postos de leitura de grosso; e um painel que começa pelo que um lojista realmente vigia: alertas de reposição, faturas por pagar, a receita do dia.

The Golden Inventory retail dashboard — reorder alerts, day summary and the working screens of a shop
O painel de retalho — os números que um lojista vê mesmo, não uma lista de funcionalidades.

A entrega da manhã

As caixas da TechSupply chegam às 9:00. A receção no Golden Inventory é um documento, não uma folha de cálculo: leem-se as caixas e, para os três iPhones serializados, a aplicação exige um IMEI por unidade antes de aprovar a entrada. A partir desse momento, cada um desses telemóveis tem lote, número de série, rasto de garantia — e um lugar na prateleira que a caixa saberá encontrar.

11:40 — a linha cai

Com quatro clientes na fila, o terminal pisca e o DSL cai. Olaf não vai buscar papel. A caixa continua a ler e a vender: os talões são numerados a partir de blocos reservados previamente no dispositivo, a venda fica em fila local e, assim que a linha volta — duas horas depois, no pior momento possível, claro —, cada venda offline sincroniza e entra nos documentos com o seu número definitivo, não local. Nada é contado duas vezes, nada se perde, e os números do dia continuam a bater certo com a caixa.

The POS till during the outage — scanning and selling with the network down
A caixa durante a falha — não sabe que a internet caiu, e os clientes também não.
«O terminal morreu às 11:40. A caixa não. Às 13:40 a linha voltou e estava tudo simplesmente… lá. Sinceramente, o produto é isto».

A tarde, em números

Às 15:00 o ecrã de reposição compara o stock com o mínimo e o objetivo de cada produto e transforma o que está abaixo do nível numa encomenda de compra em rascunho por fornecedor — quantidades já calculadas, um clique para enviar. Vinte caixas passam para o armazém através de uma transferência. E quando o cliente B2B do instituto de informática pede uma fatura a prazo, a fatura é aprovada com um recebimento bancário parcial: um saldo de conta corrente real que a loja pode cobrar, e não um rabisco.

3,500referências em duas lojas e armazém
2 ha vender sem rede
0talões perdidos ou duplicados
19%taxas de IVA separadas no relatório Z

A noite, num único ecrã

O relatório Z fecha o dia por método — numerário, cartão com referências do terminal, banco — e o gerador de relatórios responde à pergunta que paga a renda: quanto ganhámos em capas de telemóvel este mês? O IVA a 19 % e a 7 % fica em baldes separados, portanto a declaração sai correta sem um serão do contabilista.

A história do dia é a história do produto: receção com números de série, códigos de barras na caixa, duas horas de falha que não mudaram nada, reposição por nível mínimo, faturas B2B com saldos reais e um relatório noturno que bate certo com a gaveta. Sem exportações, sem serão de reconciliação, sem «amanhã de manhã resolvemos».

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