Caso de uso — Oficina automóvel · Leipzig, DE

A oficina que nunca perde um carro

A Autowerkstatt Krüger tem quatro baías, seis mecânicos e uma responsável de escritório. Metade da receita são horas, a outra metade são peças — e cada euro pertence a um carro concreto com uma matrícula concreta.

🛠 Um quadro de trabalhos, não uma lista de tarefas 🚗 Viaturas com histórico completo de intervenções ✅ O cliente aprova linha a linha
Um dia da responsável de escritório — tal como a aplicação o viveu

O verdadeiro arquivo de uma oficina é o para-brisas. Uma chave com uma etiqueta de papel, uma matrícula rabiscada, um mecânico que se lembra de que o Passat cinzento leva as outras pastilhas. Funciona até ao dia em que entram dois táxis iguais ao mesmo tempo — e aí custa uma manhã.

O Golden Inventory chega à Krüger em modo oficina: os artigos chamam-se Peças, os clientes são Clientes, as ordens de venda são Trabalhos, e a aplicação abre no Quadro de trabalhos em vez de um painel. Nada foi configurado à mão — bastou escolher o perfil de oficina.

The job board — booked, in progress, waiting parts and done, each card naming the vehicle
Quatro colunas e a matrícula em cada cartão. Um cliente de frota com seis Classe E iguais deixou de ser um só nome.

07:30 — entra o Passat

O cliente deixa o carro a caminho do emprego. O escritório escolhe o cliente, escolhe a viatura dele na lista de ativos e escreve os quilómetros: 128 650 km. Essa leitura não é uma nota — vai para o documento e, quando o trabalho é aprovado, passa a ser a quilometragem atual do carro em todo o sistema. Os intervalos de manutenção contam a partir daí.

08:10 — o orçamento vai para o telemóvel dele

Pastilhas, um par de discos, duas horas e meia de mão de obra do Mecânico 1 e um jogo de escovas já que o carro está no elevador. O orçamento é partilhado por link. Ele abre-o no elétrico e faz o que os clientes fazem mesmo: aceita os travões, recusa as escovas.

As linhas aceites — e só essas — tornam-se um trabalho. A linha recusada fica no orçamento, marcada como recusada, para que ninguém a volte a orçamentar por engano e a oficina veja a que é que os clientes dizem não.

«Meio orçamento é a resposta normal. Antes, meio orçamento significava reescrever tudo».

09:00 — a peça que não está na gaveta

O Transit na baía 2 precisa de um kit de distribuição que ninguém tem em stock. Sai uma encomenda para o distribuidor e o cartão do trabalho passa para À espera de peças — um arrastar, e toda a oficina vê porque é que aquela baía está parada. Quando a entrega chega, a receção lança as peças no Armazém de peças e o cartão passa a Em curso.

Um dos discos dessa entrega vem empenado. Volta para trás numa devolução a fornecedor criada a partir da receção com um clique: o stock sai ao custo a que entrou, e o crédito fica registado contra o distribuidor em vez de ficar na memória de quem abriu a caixa.

11:40 — a chamada da frota

A empresa de táxis quer saber quando é que o segundo Classe E fez travões pela última vez. O ecrã de Viaturas pesquisa por matrícula ou chassis; a página do carro traz todos os orçamentos, trabalhos e faturas em que já esteve, cada um com os quilómetros da altura. Orçamentar três revisões demora o tempo de ler a lista.

A vehicle's page — plate, VIN, current odometer, planned service and the full service history
Um carro, uma página: matrícula, chassis, os quilómetros do último trabalho aprovado e todos os documentos em que aparece.

14:20 — horas lançadas a partir da vala

A parede das traseiras da oficina come o sinal móvel. Um mecânico acrescenta na mesma a hora e meia extra ao trabalho aberto pelo telemóvel; a alteração fica numa fila de saída e sincroniza assim que ele passa pela porta do escritório. O mesmo vale para arrastar um cartão no quadro — o quadro é utilizável nas zonas do edifício onde o Wi-Fi não chega.

16:00 — o trabalho torna-se fatura

Trabalho terminado, uma conversão: a fatura leva as mesmas linhas, a mesma viatura, e imprime a matrícula, o chassis e os quilómetros num bloco por cima das peças. Um cliente alemão recebe um documento alemão com 19 % de MwSt apresentado como o Finanzamt espera; a frota fica a 30 dias e aparece nas contas correntes até pagar.

18:00 — o que o dia produziu

Dois relatórios fecham a oficina. Mão de obra por técnico — horas lançadas, trabalhos tocados e receita por mecânico, saídos das linhas de mão de obra que ninguém teve de reintroduzir. Antiguidade de saldos — quem deve o quê, e há quanto tempo.

The Labor by Technician report — hours, jobs and revenue per mechanic
O número da noite: horas por mecânico, tiradas das próprias linhas de mão de obra do trabalho.
4baías num só quadro
~1 200referências de peças
1página por viatura
50%da receita são horas

O que mudou realmente

Da oficina não mudou nada. Os mecânicos continuam nas baías, o escritório continua a perseguir o distribuidor, o cliente continua a dizer não às escovas. O que mudou é que a matrícula é o arquivo: o orçamento, a peça encomendada de propósito, a devolução, as horas, a fatura e os quilómetros ficam todos presos ao carro — e o quadro na parede é o mesmo quadro que o escritório está a ver.

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